segunda-feira, 23 de novembro de 2015

IX ENCONTRO DAS CULTURAS POPULARES E TRADICIONAIS Raízes em Movimento COM O ESPETÁCULO MANÉ GOSTOSO DIA 24 DE NOVEMBRO ( NESTA TERÇA-FEIRA ) EM SERRA TALHADA

PONTO DE MEMÓRIA GALPÃO DAS ARTES PRESENTE NO IX ENCONTRO DAS CULTURAS POPULARES E TRADICIONAIS Raízes em Movimento COM O ESPETÁCULO MANÉ GOSTOSO DIA 24 DE NOVEMBRO ( NESTA TERÇA-FEIRA ) EM SERRA TALHADA.

Serra Talhada está na contagem regressiva para a realização de um dos maiores eventos culturais do país. Entre os dias 20 e 29 de novembro, acontece o IX ENCONTRO DAS CULTURAS POPULARES E TRADICIONAIS, uma realização da Prefeitura Municipal de Serra Talhada, através da Secretaria de Cultura e Turismo, em parceria com o Ministério da Cultura. Segundo o Secretário de Cultura e Turismo, Anildomá Willans, “o Encontro reunirá lideranças dos povos e comunidades tradicionais, Mestres e Mestras das expressões culturais populares e interlocutores destes segmentos de todo o país, além de artistas e outras representações em grupos de trabalho, comissões, colegiados, conselhos e outras instâncias de pactuação da sociedade civil com o Estado para a elaboração, monitoramento e avaliação de políticas públicas”.A Rede de Culturas Populares e Tradicionais é um movimento gestado no início dos anos 2000 e que, hoje, reúne mais de 25 mil pessoas de todo o país em permanente debate sobre os problemas e as potencialidades do setor, contribuindo para sua estruturação, reconhecimento e desenvolvimento sociocultural.“Através de suas instâncias, sendo o Encontro a principal delas, seus membros vivenciam profundamente e intercambiam aspectos da diversidade cultural brasileira, abrangendo as Culturas Populares, o Artesanato, o Hip Hop, as Culturas Indígenas, o Circo, o Teatro de Rua, o Patrimônio Imaterial, as Culturas Afro-brasileiras, Povos de Matriz Africana e outros Povos e Comunidades Tradicionais”, completa Anildomá. Uma grande mostra cultural abordará a produção artística, a culinária, o artesanato e a religiosidade, além de outros aspectos fundamentais do universo simbólico popular e tradicional, partindo-se da diversidade nacional para estabelecer um diálogo com as matrizes culturais nordestinas, sobretudo a Pernambucana e, em especial, a do Vale do Pajeú. “Serão montadas exposições, rodas de conversa, mostra de cultura alimentar, feira de artesanato, vivências e apresentações, que recriarão o ambiente das festas populares e tradicionais”, informa o secretário.Para o Prefeito Luciano Duque, o município ser escolhido para a realização deste evento só fortalece a visibilidade de um trabalho desenvolvido com competência e baseado, no cotidiano e na qualidade de vida das pessoas.“Estamos resgatando a cultura e as tradições, não só de Serra Talhada e região, mas do Nordeste. Além disso, o incentivo e inserção de novos artistas, valorizando e proporcionando que os mesmos desenvolvam suas artes é um grande passo para que os mais jovens tenham a possibilidade de conhecer, de fato, suas histórias”, finaliza Luciano.

domingo, 15 de novembro de 2015

Sonora Brasil do Sesc apresenta Quebradeiras de Coco Babaçu no Galpão das Artes‏

Projeto Sonora Brasil – Formação de ouvintes musicais dia 21 de novembro às 20h, no Ponto de Memória Galpão das Artes em Limoeiro / 22 de novembro no Auditório da Escola Severino Farias em Surubim Grupo Quebradeiras de Coco Babaçu do Maranhão. Em sua 18ª edição, o Sonora Brasil apresenta o tema “Sonoros Ofícios – Cantos de trabalho” tema que circular por todo o país em 2015 com a participação de quatro grupos musicais. O projeto busca despertar no público um olhar crítico sobre a produção e sobre os mecanismos de difusão de música no país, incentivando novas práticas e novos hábitos de apreciação musical, promovendo apresentações de caráter essencialmente acústico, que valorizam a pureza do som e a qualidade das obras e de seus intérpretes. O tema irá abordar exemplos de prática de cantos de trabalho ainda vigentes em alguns estados do Brasil, com predomínio da região Nordeste, e terá um grupo representante de um segmento que produz repertórios a partir de pesquisas acadêmicas. O grupo é formado por oito mulheres que trabalham na quebra do coco babaçu desde a infância e hoje também exercem o importante papel de liderança na defesa e valorização do trabalho das quebradeiras, na preservação e na garantia de acesso às áreas de ocorrência da palmeira do babaçu. Sua formação reflete a abrangência geográfica do trabalho desenvolvido pelo Movimento das Quebradeiras contando com a participação de representantes das seis regiões onde a instituição possui representação. São elas: Dora, Moça e Silena, de Lago do Junco (MA); Nice, de Penalva (MA); Dijé, de São Luís Gonzaga (MA); Iracema, de São Domingos do Araguaia (PA); Francisca Lera, de Esperantina (PI); e Nonata, de São Miguel (TO).