terça-feira, 26 de julho de 2016

NESTE FINAL DE SEMANA TEM HISTÓRIA DE LENÇOS E VENTOS NO PALCO DO GALPÃO DAS ARTES

“Azulzinha: ― Ai, eu queria tanto voar! Vermelhinha: ― E eu queria voar alto, com as nuvens! Amarelinha: ― E eu queria rodar com todos os rodamoinhos! Floreado: ― E eu queria me agitar como uma grande floresta em tempestade! Listrado: ― E eu como uma tempestade numa grande floresta! Transparente: ― E eu queria passar pelo céu como um cometa.”
Com a intensidade poética desse texto que G léicio Kelson e Charlon Cabral dividem a cena no palco do Centro de Criação Galpão das Artes na manhã do dia 31de julho,  domingo às 17:30 horas.
O autor do texto Ilo Krugli é um daqueles seres singularíssimos que, vez ou outra, surgem  neste planeta. Parceiro de Paulo Freire, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Nize da Silveira, sempre acreditou em uma educação de qualidade, por meio da arte. Pioneiro no conceito de arte-educação, o argentino naturalizado brasileiro desde 1961, fundou, em 1974, o grupo de teatro Ventoforte. Nesse mesmo ano, escreveu com maestria Histórias de lenços e ventos, peça de tom poético e singelo, feita para encenar com materiais simples, como cordas, lenços, jornais e papelão, entre outros. Por meio do diálogo e das canções que permeiam o texto, o leitor é arremessado a um mundo imaginário, em que a liberdade, a espontaneidade e a sensibilidade afloram a cada cena. Ao final do livro, há explicações sobre os elementos teatrais e também ali estão as partituras das canções entoadas no espetáculo. Histórias de lenços e ventos ganhou diversas premiações, ao longo dos anos e a cada montagem, até mesmo o Molière, Mambembe e APCA.

SINOPSE
Azulzinha, lenço azul num quintal, se deixa levar pelo vento e será presa por soldados… O personagem “papel” vai procurá-la. Não consegue entrar no castelo medieval e então é queimado. Todos os lenços que esvoaçam pelos quintais são presos. Atores e público recriam o Papel com um coração de metal. Ele luta. Liberta azulzinha e os outros 300 lenços que estão em cena. Eles juntos formam um dragão. Que sai voando.

  O espetáculo está recém chegado de Minas Gerais participando do Festival Municipal de Teatro da cidade de Conselheiro Lafayete. Além do espetáculo, a Oficina Um Olhar Lúdico Sobre O Quintal, da cidade de Conselheiro Lafayete, sede do Festival e Oficina de Brinquedos com o XIII Festival de Teatral.

CONTATO:
Fábio André de Andrade Silva - PRODUÇÃO GERAL
CENTRO DE CRIAÇÃO GALPÃO DAS ARTES
81 . 9 9739 . 6207 - TIM


sábado, 16 de julho de 2016

HISTÓRIA DE LENÇOS E VENTOS ENCERRA CURTA TEMPORADA NO TEATRO EXPERIMENTAL ROBERTO COSTA EM PAULISTA


As férias de julho chegaram e, com elas, veio mais tempo para brincar, viajar, descansar e ver os amigos. Mas por que não colocar o teatro na lista de coisas legais para fazer no tempo livre? Neste mês, aumenta o número de peças em cartaz feitas para crianças e elas trazem a chance de ouvir uma boa história e usar a imaginação. É nessa época que costuma acontecer o Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco. Ele já existe há 13 anos e foi criado por Edivane Bactista e Ruy Aguiar, que são atores e diretores de peças. A ideia deles é fazer crianças de todas as idades irem mais ao teatro.
No último dia 10 de julho, domingo, o espetáculo História de Lenços e Ventos concluiu curta temporada no Teatro Experimental Roberto Costa, em Paulista, na grade de programação do já conhecido e renomado XIII Festival de Teatro para Crianças de Pernambuco.
Contudo, a estrada ainda permeia a vida cultural do Centro de Criação Galpão das Artes que chega a Minas Gerais participando do Festival Municipal de Teatro da cidade de Conselheiro Lafayete. Além do espetáculo, a Oficina Um Olhar Lúdico Sobre O Quintal, da cidade de Conselheiro Lafayete, sede do Festival e Oficina de Brinquedos com o XIII Festival de Teatro Para Crianças de Pernambuco.

domingo, 10 de julho de 2016

OFICINA DE FÉRIAS CONTEMPLA LANÇAMENTO DE LIVRO PARA CRIANÇADA

Lançamento de livro - O DIÁLOGO DO BURRO SERAFIM COM O SAPO - DOM MASCOTE de autora surubinense – Maria José Brito nas oficinas de férias do Centro de Criação Galpão das Artes dia 16 de julho / sábado às 16 horas.
Mais do que uma professora Maria José de Brito conhecida por "Galega", era uma abnegada na sua profissão.Talento, competência e dom, é a junção desses três adjetivos, dentre outros que explicam a trajetória de sucesso percorrida pela escritora e poetisa "Galega". Veio de uma família simples, infância com dificuldade como ela mesma conta, iniciou seus estudos cedo e logo mostrou a sua aptidão para a escrita, onde conseguia exprimir os sentimentos que lhe afloravam. Católica ao extremo, gostando de participar dos movimentos da Igreja.
A sua Tendência para a poesia fez com que fosse autora de sete músicas religiosas, tem uma tendência impressionante para a literatura infantil. Coloco aqui as palavras de uma ex-aluna da ex-professora Maria José (Galega), a Inês Gomes.
SINOPSE DA OBRA
Dom mascote um sapo muito grande observava o burro  serafim  com gulodice insaciável beber. Muita água. Num diálogo passaram a conversar ambos confidenciavam cada um a sua atividade e modo de viver. Cada ser que vem à terra uma missão vem exercer.

CONTATOS COM A PRODUÇÃO:
Fábio André - 81 9 9739 . 6207
CENTRO DE CRIAÇÃO GALPÃO DAS ARTES
RUA VIGÁRIO JOAQUIM PINTO, Nº 465, EM LIMOEIRO-PE, BEM NO CORAÇÃO DA CIDADE

sábado, 2 de julho de 2016

A FUZARCA NO PALCO DO GALPÃO DAS ARTES É PARA CRIANÇADA


O homem sempre teve a necessidade de representar. Representar suas tristezas, angústias, alegrias, etc. Seja inicialmente para cultuar deuses e posteriormente uma atividade dramática cultural encenada por muitos povos, o fato é que a partir de então o teatro faz parte da nossa 
cultura. Desde os tempos de Platão o teatro vem sendo abordado com a intenção de educar. Historicamente, atividades de expressão dramática eram estudadas e centradas com valores didáticos, ou seja, o teatro tido como formador da personalidade do homem. O teatro foi um importante instrumento educacional na medida em que difundia o conhecimento e representava, para o povo, o único prazer literário disponível na época de Platão e Aristóteles.
Ir ao teatro pode ser uma ótima opção para quem não sabe o que fazer com os filhos nos fins de semana ou nas férias. Todos gostamos de viver boas histórias. Na sala de teatro nos deparamos com um grupo de pessoas que trabalha para criar as melhores histórias, descobrir as melhores maneiras de contá-las e ainda cuida de todos os detalhes para que você possa sentir todas as emoções - ao vivo! Teatro é tudo isso e muito mais. Que pai não fica contente ao ver seu filho se divertindo? Se essa diversão vir acompanhada de aprendizagem, então, a sensação é de dever cumprido! Pensando assim, que o espetáculo teatral para crianças A Fuzarca aporta no palco do Centro de Criação Galpão das Artes dia 16 de julho, sábado, às 17:30 horas, com texto e direção: Alexsandro Silva. A realização é do Grupo Teatral Risadinha que é um coletivo teatral mais antigo da cidade de Camaragibe com vários espetáculos no currículo e detentor de prêmios dentro e fora de Pernambuco. O espetáculo conta a história de Gegê e Pixuruca, dois mendigos que vivem sobre o comando de outro chamado Pimenta, aquele que manda, faz os seus subalternos acreditarem que é impossível viver sem o comando de um patrão. Mas, um dia, dois cantadores de rua aparecem na praça em que eles vivem e tudo pode mudar. Os ingressos custam o valor antecipado de R$ 15,00 e na hora o valor de R$ 20,00 ( vendidos somente no Galpão das Artes )

EXPOSIÇÃO O VAIVÉM DO LÚDICO – CULTURA DA INFÂNCIA

 
Com o tema voltado a cultura da infância o Centro de Criação Galpão das Artes abre suas portas objetivando proteger e salvaguardar os brinquedos populares e tradicionais provocando um reencantamento nos adultos que conviveram muito bem com esses objetos fabulosos.

Também  de  fundamental  importância  para  se  entender  o  brinquedo,  é  estudar  a fase  humana  de vida  que  está  intitulada  como  “infância”.  Considerando  que  brinquedo  e infância estão associados, e que a tecnologia vem contribuindo para que as crianças sintam-se atraídas por objetos que ajudam a fazer a imaginação soltar-se, faz-se uma tentativa de estudar essas tendências da atividade humana por meio de um resgate histórico. Na medida em que os espaços para a expressão da brincadeira natural  da criança diminuem,  primeiro  com  a  restrição  imposta  pelos  espaços  urbanos, pela  extinção  dos quintais, pela restrição  da vida aos apartamentos, pela  violência da rua, e especialmente  pela disponibilização  de brinquedos  eletrônicos  que  permitem  a  criança  brincar  sozinha  ou  “on line”, mais se discute sobre a importância do brinquedo e do brincar na formação da criança. Brincar  é  um  direito  da  criança,  direito reconhecido  pela  legislação  do  Estado como a Constituição Federal de 1988, o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990, a Lei de  Diretrizes  e  Bases  para  a  Educação  Nacional  de  1996  e  as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil de 1998. A criança começa a brincar desde bebê. Mesmo antes  de  brincar  com  objetos,  brinca consigo  mesma  e com as  pessoas  a cujos cuidados  está submetida, brinca abrindo e  fechando  os olhos e com  isto fazendo o mundo desaparecer. Na medida em que cresce e que adquire maturidade neuronal com o consequente maior controle dos  movimentos,  os  objetos ao  seu  alcance  passam  a  fazer  parte  das  brincadeiras  e  do conhecimento do mundo que a cerca. A curiosidade de saber como as coisas funcionam é um dos motivos que a levam a esta exploração, e as mãos são o instrumento possível então.

O Centro de Criação Galpão das Artes, em Limoeiro ( agreste pernambucano ), recebe a exposição VAIVÉM DO LÚDICO, que conta com um acervo de vários brinquedos utilizados pela infância de antigamente e que ainda estão presentes nas comunidades interioranas do nordeste brasileiro. A exposição será aberta aos parceiros da instituição e convidados às 20h desta próxima quinta-feira (07 /07). Já a visitação aos interessados acontecerá somente até o dia 10 de julho, no endereço que fica à rua Vigário Joaquim Pinto, nº 465, bem no coração da cidade de Limoeiro. A entrada na exposição, ao invés de pagamento o visitante doará leite em pó que ser revertido as comunidades carentes do município sede do Centro de Criação Galpão das Artes..

O acervo pertence ao Centro de Criação Galpão das Artes. As peças foram coletadas ao longo dos últimos 05 anos, durante pesquisas de campo em diversas cidades do interior de Pernambuco, mais precisamente no agreste e zona da mata norte.

Os brinquedos que estarão em exposição segue uma apresentação a técnica de móbiles, onde identifica-se a vastidão de brinquedos populares e tradicionais não mais encontrados com tanta facilidade nos dias atuais. Portanto, a dinâmica dos móbiles permite e ver em dimensões outras os próprios brinquedos flutuando e girando, o que também causa todo um encantamento, adverte Fábio André, responsável pela pesquisa e exposição da coleção e também presidente da respectiva instituição cultural de Limoeiro.
O móbile é uma peça muito interessante de criar porque pode-se pensar na mobilidade como um todo. É quase como um brinquedo. Se você fechar os olhos e lembrar-se daqueles penduricalhos nos berços ou carrinhos de bebê, estamos falando quase da mesma coisa, só que em outras proporções e propósitos. Portanto, criar um móbile é criar uma atração para quem está vendo. Não há regras determinadas. Uma ótima dica antes de partir para a criação de um móbile é você sentar-se com o produtor gráfico ou a empresa especializada em fazer esse tipo de material e ver o que eles podem oferecer. Certamente, ficará maravilhado com as inúmeras possibilidades. E como estamos falando de uma peça que praticamente dispensa regras para ser criada, você está diante de algo que vai depender muito do seu bom gosto e sensibilidade. Móbiles podem ser feitos em papelão, PVC, infláveis. Permitem uma infinidade de formas. Abuse. Aproveite do produto. Recorte a imagem. Faça o móbile ter duas, até três partes, ligando as partes por um fio de náilon transparente.

CONTATO :
Centro de Criação Galpão das Artes
Rua Vigário Joaquim Pinto, nº 450
Limoeiro - Pernmabuco
Fábio André de Andrade Silva, arte educador e produtor cultural
81 . 9 9684 . 0567      /       81 9 9739 . 6207

OFICINA DE FÉRIAS NO GALPÃO DAS ARTES

  Após cinco anos acompanhando de perto a rotina de escolas espalhadas pelos Estados Unidos, os pesquisadores chegaram à conclusão de que deveria haver um intervalo maior entre uma aula e outra, já que essas pequenas pausas entre as aulas e as maiores entre os semestres, ou seja, as férias, são essenciais para preparar a criança para novos conteúdos, além de deixar seu filho mais disposto para o aprendizado na volta às aulas. Apesar de não definir um período de tempo ou número de pausas, a Academia pede que mais estudos sejam feitos nessa área para que haja uma conclusão mais específica. De acordo com os pesquisadores, o intervalo melhora a concentração para a próxima aula, enquanto as férias ajudam na sedimentação do conteúdo pelo cérebro da criança. É claro que elas podem esquecer alguns conceitos mais específicos, mas, segundo os cientistas, muitas das informações aprendidas ao longo do ano ficam mais claras por meio das brincadeiras. Por essas razões, que o Centro de Criação Galpão das Artes estará promovendo uma semana de Ludicidade nas Férias de Julho, uma oportunidade para crianças se divertirem de forma criativa neste inverno. Trata-se de uma série de atividades integradas, com teatro, expressão corporal, contação de histórias, gastronomia confecção de brinquedos, reciclagem, artesanato em telha e pintura. Período de inscrição : até dia 02 de julho – somente pela manhã das 8 às 11:30 no Centro de Criação Galpão das Artes.  São apenas 25 vagas para crianças de 8 a 12 anos de idade!Período de realização : De 11 a 22 de julho de 08:00 às 11:30 horas. Maiores informações pelo telefone 9 9739 - 6207 com Fábio André, coordenação do projeto de Oficinas de Férias em Julho.


Dormir até mais tarde, fazer passeios diferentes, se divertir com um monte de brincadeiras. Essas são uma das melhores coisas das férias. Mas, além de descanso e diversão, esse período pode ser muito benéfico para o desenvolvimento social, emocional e cognitivo da criança, como mostrou um novo estudo feito pela Academia Norte Americana de Pediatria (AAP).